Tudo igual na província das bananas, Itamar morreu, galera esperando o próximo carnaval e torcendo pro timão, mais tarde tem novela, amanhã faustão e gugu, é isso então.
sábado, julho 02, 2011
Então vamos rir da desgraça alheia!
quinta-feira, junho 30, 2011
A polícia fazendo o seu trabalho!!
Mulher de coragem, mulher sensacional maravilhosa!!!
segunda-feira, junho 20, 2011
Traidores do movimento??
Pra começar, QUE movimento? Há muito que a juventude só se movimenta pra dançar, e normalmente funk...Achei ontem, nem sei se é antigo ou não (o tempo na rede corre de forma distinta, qualquer coisa com mais de 12 horas é old...)
Mas enfim, a parada é com os "rockers" do Detonautas, uma versão/adaptação que fizeram de uma música dos dinossauros do AC/DC, no site do Jesus Manero, onde vi a bagaça toda, o camarada postou este vídeo aqui onde tem a letra (interessante ele ter postado assim, vou na carona heheh)
No mesmo site, tinha a indicação de um link onde fãs revoltadinhos do AC/DC deram o seu pitizinho básico, aqui!
Na boa, li coisas aí que fazem sentido, quem são eles pra reclamar de uma geração que eles ajudaram a embalar na letargia de letras adocicadas, burguesas, superficiais? Mas por outro lado, é pertinente o manifesto! Separaei o que foi dito de quem o disse e relevarei as palavras em si. Tá tudo certo, é isso aí! Querem uma prova? No século passado, idos anos 90, a juventude pintou a cara e foi pra rua ajudar a depor um presidente.
Hoje olha o nível intelectual do alcance organizacional da juventude com idade proporcional á citada antes:
Olha a cara deste imbecil, a seriedade com a qual ele relata tamanha façanha, nossa...
É Tico,pega no meu pau , tu ajudou a engordar estes monstros, derrubar agora vai ser difícil...
Mas enfim, a parada é com os "rockers" do Detonautas, uma versão/adaptação que fizeram de uma música dos dinossauros do AC/DC, no site do Jesus Manero, onde vi a bagaça toda, o camarada postou este vídeo aqui onde tem a letra (interessante ele ter postado assim, vou na carona heheh)
No mesmo site, tinha a indicação de um link onde fãs revoltadinhos do AC/DC deram o seu pitizinho básico, aqui!
Na boa, li coisas aí que fazem sentido, quem são eles pra reclamar de uma geração que eles ajudaram a embalar na letargia de letras adocicadas, burguesas, superficiais? Mas por outro lado, é pertinente o manifesto! Separaei o que foi dito de quem o disse e relevarei as palavras em si. Tá tudo certo, é isso aí! Querem uma prova? No século passado, idos anos 90, a juventude pintou a cara e foi pra rua ajudar a depor um presidente.
Hoje olha o nível intelectual do alcance organizacional da juventude com idade proporcional á citada antes:
Olha a cara deste imbecil, a seriedade com a qual ele relata tamanha façanha, nossa...
É Tico,
domingo, junho 19, 2011
quarta-feira, junho 15, 2011
Animalismo extremo.
A nova onda da internet, basta aparecer um animal maltratado que já se escuta em coro bordões como: "animais são melhores que os humanos" "tenho mais dó de bichos que de gente", agora o que estes "defensores animalófilos" não percebem ,é que NÓS humanos que temos que ser o centro das atenções para que situações covardes com animais não aconteçam....
Para isto temos que dar mais valor aos nosso semelhante,dar um bom exemplo , educar nossos filhos e etc.,e procurar soluções CONCRETAS para os problemas dos animais. ficar só de mimimi não adianta!!..atitudes de revolta, generalizando nossa espécie como " ruim e sem sentimentos" , e animais como "criaturas boas e inocentes"são de grande ignorância e de desreispeito com NOSSA espécie, e ao invez disto trazer algum benefício para os pobres bichinhos, acaba causando um efeito reverso,pois alem do ser humano ser colocado em ultimo plano(e como já falei, ele q deveria ser cuidado para que nunca mais acontecesse este tipo de coisa), tambem faz surgir a cada dia novos e mais crueis "pozers" maltratadores de animais, pois para muitos , ser polêmico e aparecer é o que importa, e nada mais polêmico ultimamente que aparecer trucidando bichinhos na net...
Então PENSEM antes de fazer algum comentário cretino em algum lugar sobre o maltrato de animais... se isto lhe revolta, raciocine, converse com pessoas realmente inteligentes e procure uma solução viável para ajudar.faça algo que não seja apenas reclamar e criticar, empurrando nossa espécie cada vez mais para o buraco, mexa a bunda e aja!!! o mundo não está repleto de covardias somente pelas pessoas ruins, mas sim pela omissão dos "ditos" bons sobre tudo isto.
quinta-feira, junho 09, 2011
O preconceito com os ateus na televisão
Dilma compreendeu que o caminho do poder passa pela fé...
sábado, junho 04, 2011
Os mitos modernos
De uns tempos pra cá, na internet, tenho me deparado com coisas lamentáveis, tristes, e ao mesmo tempo padrões consolidados de mentalidade e comportamento. Uma destas é a atitude "bichinho mimimi", da qual sou ferrenho opositor por que acredito e aponto que existem outras formas de lidar com as agressões aos animais não humanos. Mas o foco agora é a questão, crente/ateu, está rendendo assunto, está crescendo em vários fóruns, seja Orkut, seja Twitter, enfim, onde formos virtualmente veremos este embate.
O religioso se sentindo o protegido por que ele vai pro céu, o ateu se sentindo o evoluido por que rompeu com as crendices, enfim, todo mundo exageradamente certo e errado ao mesmo tempo. Mas isto AINDA não é o foco , quero falar sobre interpretações clichês que permeiam as discussões.
Baseado na grande maioria de conceitos lidos na rede, elaborei algumas perguntas centradas nos mitos mais comuns sobre nós, ateus, farei a mim mesmo as perguntas comuns de religiosos sobre nós, e como ateu que sou, as responderei:
1) Os ateus tem um lado sombrio, satãnico, é verdade?
De forma alguma. Tudo faz parte de uma mesma mitologia. Se eu reconheço o diabo, automaticamente reconheço deus.Quem realmente lê a bíblia sabe que o mal não existe por si só, houve um momento nos relatos bíblicos onde parte das legiões angelicais revoltaram-se contra o criador, e foram banidos e punidos. Efetivamente, deus criou os demônios e os infernos, portanto...
2) É previsível que um ateu, como não teme o inferno, seja propenso ao mal.
Sem cabimento. O homem confia tanto nas premissas religiosas que criou o código penal...
Mas fundamentalmente, nos orientamos por códigos éticos e morais. Pra mim é simples demais: JAMAIS fazer ao semelhante o que não quero pra mim!
3) Os ateus, como não tem um lado espiritual, valorizam apenas posses materiais.
Somos tão humanos quanto os outros. Choramos quando um filho nasce, quando ele diz a primeira palavra e dá o primeiro passo, sofremos quando alguém próximo está doente. Temos a NOSSA maneira de fé, que é esperança. Apoiamos quando alguém precisa, pedimos por favor, com licensa e me desculpe,Temos sentimentos iguais, apenas lidamos com isso sem relacionar a entidades.
4) Os ateus parece que só gostam de falar sobre religião.
Não!! Definitivamente não!!! O que acontece é que a todo momento aparece um crente achando que, ou precisa nos exorcizar ou apresentar contradições na nossa não crença. E provocação ninguem aceita né? E ironicamente, dado o exercício constante do debate, tenho visto ateus com profundo conhecimento das escrituras batendo sem dó em ovelhinhas...
Com certeza religião seria o último assunto que nos interessa, visto como religião, fato corrente. Mitologias sim, adoramos! Um debate imparcial, pura troca de informações!
No momento, estas seriam as questões principais dos preconceitos em relação a nós. Quis fazer isto por que acho descabido o confronto. Ninguem está tão certo, ninguem está tão errado. Por que um ateu tem as mesmas chances de provar que deus não existe quanto um crente de provar o contrário.
Já existem segmentações suficientes na sociedade, por motivos raciais, culturais, sexuais, econômicos, sociais, enfim, já temos coisa demais que nos separam. Vamos tentar achar algo que nos una, como o respeito, por exemplo???
O religioso se sentindo o protegido por que ele vai pro céu, o ateu se sentindo o evoluido por que rompeu com as crendices, enfim, todo mundo exageradamente certo e errado ao mesmo tempo. Mas isto AINDA não é o foco , quero falar sobre interpretações clichês que permeiam as discussões.
Baseado na grande maioria de conceitos lidos na rede, elaborei algumas perguntas centradas nos mitos mais comuns sobre nós, ateus, farei a mim mesmo as perguntas comuns de religiosos sobre nós, e como ateu que sou, as responderei:
1) Os ateus tem um lado sombrio, satãnico, é verdade?
De forma alguma. Tudo faz parte de uma mesma mitologia. Se eu reconheço o diabo, automaticamente reconheço deus.Quem realmente lê a bíblia sabe que o mal não existe por si só, houve um momento nos relatos bíblicos onde parte das legiões angelicais revoltaram-se contra o criador, e foram banidos e punidos. Efetivamente, deus criou os demônios e os infernos, portanto...
2) É previsível que um ateu, como não teme o inferno, seja propenso ao mal.
Sem cabimento. O homem confia tanto nas premissas religiosas que criou o código penal...
Mas fundamentalmente, nos orientamos por códigos éticos e morais. Pra mim é simples demais: JAMAIS fazer ao semelhante o que não quero pra mim!
3) Os ateus, como não tem um lado espiritual, valorizam apenas posses materiais.
Somos tão humanos quanto os outros. Choramos quando um filho nasce, quando ele diz a primeira palavra e dá o primeiro passo, sofremos quando alguém próximo está doente. Temos a NOSSA maneira de fé, que é esperança. Apoiamos quando alguém precisa, pedimos por favor, com licensa e me desculpe,Temos sentimentos iguais, apenas lidamos com isso sem relacionar a entidades.
4) Os ateus parece que só gostam de falar sobre religião.
Não!! Definitivamente não!!! O que acontece é que a todo momento aparece um crente achando que, ou precisa nos exorcizar ou apresentar contradições na nossa não crença. E provocação ninguem aceita né? E ironicamente, dado o exercício constante do debate, tenho visto ateus com profundo conhecimento das escrituras batendo sem dó em ovelhinhas...
Com certeza religião seria o último assunto que nos interessa, visto como religião, fato corrente. Mitologias sim, adoramos! Um debate imparcial, pura troca de informações!
No momento, estas seriam as questões principais dos preconceitos em relação a nós. Quis fazer isto por que acho descabido o confronto. Ninguem está tão certo, ninguem está tão errado. Por que um ateu tem as mesmas chances de provar que deus não existe quanto um crente de provar o contrário.
Já existem segmentações suficientes na sociedade, por motivos raciais, culturais, sexuais, econômicos, sociais, enfim, já temos coisa demais que nos separam. Vamos tentar achar algo que nos una, como o respeito, por exemplo???
terça-feira, maio 31, 2011
sexta-feira, maio 27, 2011
Profissão: Filha de ministro
A estratégia é a mesma da extinta orca Tati Quebra Barraco: Não tendo talento, vamos causar, vamos chocar... E o povão aplaude!!!
terça-feira, maio 24, 2011
MEC lava as mãos no caso dos livros com erros
MEC lava as mãos no caso dos livros com erros
Professores condenam distribuição da obra: ‘Mais uma vez, no lugar de ensinar, vão rebaixar tudo à ignorância’
Cássio Bruno, O Globo
O Ministério da Educação informou que não se envolverá na polêmica sobre o livro com erros gramaticais distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático, do próprio MEC, a 485 mil estudantes jovens e adultos.
O livro "Por uma vida melhor", da professora Heloísa Ramos, defende uma suposta supremacia da linguagem oral sobre a linguagem escrita, admitindo a troca dos conceitos "certo e errado" por "adequado ou inadequado". A partir daí, frases com erros de português como "nós pega o peixe" poderiam ser consideradas corretas em certos contextos.
— Não somos o Ministério da Verdade. O ministro não faz análise dos livros didáticos, não interfere no conteúdo. Já pensou se tivéssemos que dizer o que é certo ou errado? Aí, sim, o ministro seria um tirano — afirmou ontem um auxiliar do ministro Fernando Haddad, pedindo para não ser identificado.
Escritores e educadores criticaram ontem a decisão de distribuir o livro, tomada pelos responsáveis pelo Programa Nacional do Livro Didático. Para Mírian Paura, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Uerj, as obras distribuídas pelo MEC deveriam conter a norma culta:
— Não tem que se fazer livros com erros. O professor pode falar na sala de aula que temos outra linguagem, a popular, não erudita, como se fosse um dialeto. Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito.
Na obra "Por uma vida melhor", da coleção "Viver, aprender", a autora afirma num trecho: "Posso falar ‘os livro?’ Claro que pode, mas, dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico." Em outro, cita como válidas as frases: "nós pega o peixe" e "os menino pega o peixe".
Autor de dezenas de livros infantis e sobre Machado de Assis, o escritor Luiz Antônio Aguiar também é contra a novidade:
— Está valendo tudo. Mais uma vez, no lugar de ensinar, vão rebaixar tudo à ignorância. Estão jogando a toalha. Isso demonstra falta de competência para ensinar.
Segundo ele, o que estabelece as regras é a gramática.
— Imagina um jogo de futebol sem as linhas do campo. Como vão jogar futebol sem saber se a bola vai sair ou não? O que determina as regras é a gramática. Faltam critérios. É um decréscimo da capacidade de comunicação — observou Aguiar, também professor do curso "Formação de leitores e jovens leitores", da Secretaria municipal de Educação do Rio.
Texto retirado do site
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/05/16/mec-lava-as-maos-no-caso-dos-livros-com-erros-380628.asp
Agora me pergunto, o filho ou neto do Sr. Ministro da (DES)Edução , vai usar esta cartilha na escola ?
Acho que deveríamos passar no twitter dele e perguntar ...
" Nóis vai, la recramar, vo xingar muito no twiter ..."
Que puta falta de sacanagem
PS.
MEC seria Menosprezando a Educação e a Cultura ?
Professores condenam distribuição da obra: ‘Mais uma vez, no lugar de ensinar, vão rebaixar tudo à ignorância’
Cássio Bruno, O Globo
O Ministério da Educação informou que não se envolverá na polêmica sobre o livro com erros gramaticais distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático, do próprio MEC, a 485 mil estudantes jovens e adultos.
O livro "Por uma vida melhor", da professora Heloísa Ramos, defende uma suposta supremacia da linguagem oral sobre a linguagem escrita, admitindo a troca dos conceitos "certo e errado" por "adequado ou inadequado". A partir daí, frases com erros de português como "nós pega o peixe" poderiam ser consideradas corretas em certos contextos.
— Não somos o Ministério da Verdade. O ministro não faz análise dos livros didáticos, não interfere no conteúdo. Já pensou se tivéssemos que dizer o que é certo ou errado? Aí, sim, o ministro seria um tirano — afirmou ontem um auxiliar do ministro Fernando Haddad, pedindo para não ser identificado.
Escritores e educadores criticaram ontem a decisão de distribuir o livro, tomada pelos responsáveis pelo Programa Nacional do Livro Didático. Para Mírian Paura, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Uerj, as obras distribuídas pelo MEC deveriam conter a norma culta:
— Não tem que se fazer livros com erros. O professor pode falar na sala de aula que temos outra linguagem, a popular, não erudita, como se fosse um dialeto. Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito.
Na obra "Por uma vida melhor", da coleção "Viver, aprender", a autora afirma num trecho: "Posso falar ‘os livro?’ Claro que pode, mas, dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico." Em outro, cita como válidas as frases: "nós pega o peixe" e "os menino pega o peixe".
Autor de dezenas de livros infantis e sobre Machado de Assis, o escritor Luiz Antônio Aguiar também é contra a novidade:
— Está valendo tudo. Mais uma vez, no lugar de ensinar, vão rebaixar tudo à ignorância. Estão jogando a toalha. Isso demonstra falta de competência para ensinar.
Segundo ele, o que estabelece as regras é a gramática.
— Imagina um jogo de futebol sem as linhas do campo. Como vão jogar futebol sem saber se a bola vai sair ou não? O que determina as regras é a gramática. Faltam critérios. É um decréscimo da capacidade de comunicação — observou Aguiar, também professor do curso "Formação de leitores e jovens leitores", da Secretaria municipal de Educação do Rio.
Texto retirado do site
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/05/16/mec-lava-as-maos-no-caso-dos-livros-com-erros-380628.asp
Agora me pergunto, o filho ou neto do Sr. Ministro da (DES)Edução , vai usar esta cartilha na escola ?
Acho que deveríamos passar no twitter dele e perguntar ...
" Nóis vai, la recramar, vo xingar muito no twiter ..."
Que puta falta de sacanagem
PS.
MEC seria Menosprezando a Educação e a Cultura ?
quinta-feira, maio 19, 2011
terça-feira, maio 17, 2011
Manipulação
As 10 estratégias que são utilizadas pela mídia na população
Todos os dias vemos nos telejornais uma série de notícias escolhidas previamente pelos redatores, diretores, jornalistas e executivos das emissoras. Será que essas organizações irão difundir informações que prejudiquem a si mesmas ou àqueles que lhes geram renda?
Essas empresas que nos levam informação (emissoras, editoras, etc) estão geralmente em articulação com setores predeterminados. Partidos e seus políticos, outras empresas privadas, anunciantes e uma série de outros grupos coligados. Como esperar que elas possam ir à contramão dos interesses desses setores?
Pode se concluir através disso que qualquer informação divulgada é seletiva. Se chega a público é porque foi aprovada por um grupo que detém o poder de propagá-la e logicamente não a disponibilizará se ela contradisser seus projetos.
O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Todos os dias vemos nos telejornais uma série de notícias escolhidas previamente pelos redatores, diretores, jornalistas e executivos das emissoras. Será que essas organizações irão difundir informações que prejudiquem a si mesmas ou àqueles que lhes geram renda?
Essas empresas que nos levam informação (emissoras, editoras, etc) estão geralmente em articulação com setores predeterminados. Partidos e seus políticos, outras empresas privadas, anunciantes e uma série de outros grupos coligados. Como esperar que elas possam ir à contramão dos interesses desses setores?
Pode se concluir através disso que qualquer informação divulgada é seletiva. Se chega a público é porque foi aprovada por um grupo que detém o poder de propagá-la e logicamente não a disponibilizará se ela contradisser seus projetos.
O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
domingo, maio 15, 2011
Mais uma de pastores, pastor BOPE!
O que seria da fé, sem os pastores??Seria levada mais a sério, talvez...
sexta-feira, maio 13, 2011
Emocionante reação animal
é...Os humanos elegem deuses de tempos em tempos, parece que a vez dos animais voltou.Mas SEMPRE revelando a sua humanidade hehehe
Toma padre!!!
Também, mandam a Barbie do catolicismo divulgar campanha, dá nisso...
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