Dia 8 (Oito) de Novembro, foram removidos da USP os estudantes que invadiram e se apropriaram do prédio durante uma semana desde o dia 2 (Dois), sob ordem judicial. Os policiais que os removeram encontraram a universidade em estado de completa bagunça.
Desde o dia dois de Novembro que estudantes da USP ocupavam a universidade, protestando o que diziam ser a opressão das forças policiais que foram trazidas à universidade após o assassinato de um dos estudantes. No dia oito eles foram removidos por ordem judicial e presos. A universidade teve prejuízos com vandalismo e locais bagunçados e com lixo e garrafas de álcool.
Os outros estudantes da universidade, contudo, pagaram a fiança dos presos, num total de R$39.240. Após a soltura dos estudantes, estes decidiram entrar em greve, recusando-se a ir às aulas até que sejam removidas as forças policiais do local, a quem eles acusaram de opressão e de discriminação contra homoafetividade.
No dia nove de Novembro, uma matéria da Revista Veja foi publicada (Autorada por Marcelo Sperandio), que tratava dos ocupantes numa luz menos que imparcial, chamando-os de "Filhinhos de papai", "Vândalos" e "Birrentos".
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