sexta-feira, abril 15, 2011

Dura lex, sed lex...

Uma corte egípcia sentenciou o professor de Matemática Haitham Nabeel Abdelhamid, de 23 anos a seis anos de prisão por espancar um aluno como punição por não ter feito a lição de casa e provocar sua morte. Isso ocorreu na escola primária Saad Othman, próxima de Alexandria, no Egito.
Depois de usar uma régua para puni-lo, o professor levou o menino Islam Amr Badr, de 11 anos para fora da sala de aula e o socou violentamente no estômago. O menino teve 4 costelas quebradas e desmaiou, sendo levado ao hospital e morrendo por uma parada cardíaca no hospital de Alexandria.
O professor alegou que apenas estava disciplinando um aluno e não queria machucar ninguém. O advogado de Abdelhamid disse na corte: “Bater em uma criança não é banido nas escolas e meu cliente não violou a lei.

Então, ipso facto!

quarta-feira, abril 13, 2011

Lula recebe título de doutor honoris causa em uma das mais importantes universidades da Europa






Com que cara você pretende mandar seu filho estudar agora?

quinta-feira, abril 07, 2011

Carta do imbecil que matou as crianças no Rio

Na carta encontrada com o atirador que abriu fogo dentro da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, na manhã desta quinta-feira (7), Wellington Menezes de Oliveira fala de questões religiosas e dá indícios de que o ataque foi premeditado, além de pedir perdão pelo crime. Segundo o hospital para onde foram levadas vítimas, 11 crianças morreram e 13 estão feridas, sendo 4 em estado grave.

Wellington Menezes de Oliveira, homem que atirou
contra escola municipal Tasso da Silveira,
em Realengo


Leia trechos da carta:
“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão. Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida.”
"Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições, pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar, trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se apropriarem de minha casa, eu pelo por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, por cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar esse imóvel para meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova que vocês não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi."

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O presidente da União Nacional das Entidades Islâmicas do Brasil, Jamel El Bacha, negou nesta quinta-feira que o atirador Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, que atacou estudantes e funcionários de uma escola municipal no Rio de Janeiro, tenha vínculos com a representação e a religião muçulmana. Em nota, a entidade condenou o crime e chamou o ato de "insano e inexplicável".

É a NOSSA polícia rodoviária federal!!



Resumindo, tamo fudido!